Sábado, 17 de Janeiro de 2009

Vem SOLTAR A CORRENTE da tua semana e fica connosco, em 105.0, o novo programa da Pastoral Juvenil na Rádio Terranova.


Quinzenalmente, entre as 21h00 e as 22h00, estamos à tua espera para um programa que vai querer entrar nos teus hábitos e fazer parte dos teus favoritos.
Entrevistas, ligações em directo com os grupos de jovens da diocese, sugestões para os teus fins-de-semana e a música dos teus ritmos. E claro, o tal minuto e meio de reflexão. Porque a semana terminou vem daí SOLTAR A CORRENTE.
Podes acompanhar o programa online em http://www.terranova.pt/
SOLTAR A CORRENTE, um programa para te despedires da semana e preparares o teu fim-de-semana.
Um programa de passagem para te levar a uma nova terra, à terra onde os pensamentos flutuam, as conversas tem sabor a mar e trazem as melhores noticias e a essência de cada um à tona.
O programa da Pastoral Juvenil e Vocacional de Aveiro com apresentação de João Matos, os repórteres que vão percorrer a diocese, Sónia Neves, Priscilla Cirino e Álvaro Ramos, com condução técnica de Márcio Conceição e produção de Catarina Pereira.

Roubam para distribuir


Roubar em supermercados para distribuir por desempregados e imigrantes ilegais é o lema de um movimento que em França, está a ganhar notoriedade e a provocar dores de cabeça aos donos das lojas.
Como se fossem uma espécie de Robin dos Bosques dos tempos modernos, membros do Movimento de Desempregados e Precários em Luta vão aos supermercados, enchem os carinhos com alimentos e quando chegam às caixas recusam-se a pagar a conta, discutem com os gerentes e, já fora das lojas, procedem á distribuição.
Chamam-lhe "autodefesa social"...

Fonte: AF

Quinta-feira, 18 de Dezembro de 2008

E agora à espera

Já lá vai algum tempo (largo) desde que aqui deixei alguma contribuição. A última foi numa altura que à primeira vista parece não ter nada a ver com esta. A verdade é que tem. O Mistério Pascal está intimamente ligado ao Nascimento de Jesus. Tudo faz parte de um Plano de Salvação que Deus tem para nós. Não é um plano que tolha a nossa liberdade. É um plano amoroso. Como aquele que muitos pais fazem para os seus filhos. Deus é Pai e por isso só pode amar. Manda-nos seu Filho. E nós?

Sábado, 22 de Março de 2008

Vigília Pascal na Noite Santa

"Nesta noite santíssima, em que Nosso Senhor Jesus Cristo passou da morte à vida, a Igreja convida os seus filhos, dispersos pelo mundo, areunirem-se em vigília e oração.Vamos comemorar a Páscoa do Senhor, ouvindo a sua palavra e celebrando os seus mistérios, na esperança de participar no seu triunfo sobre a morte e de viver com Ele para sempre junto de Deus."

in Missal Romano, introdução do Presidente à Celebração

Sexta-feira, 21 de Março de 2008

Era a hora de Tércia, quando crucificaram Jesus

Cresce diante do Senhor como um rebento, como raiz numa terra árida, sem distinção nem beleza para atrair o nosso olhar, nem aspecto agradável que possa cativar-nos.
Desprezado e repelido pelos homens, homens de dores, acostumado ao sofrimento, era como aquele de quem se desvia o rosto, pessoa desprezível e sem valor para nós.
Is 53, 2-3

Quinta-feira, 20 de Março de 2008

"Se não te lavar os pés não poderás tomar parte comigo".

Chega o momento de celebrar a instituição da Eucaristia, o mandamento da caridade. Hoje é o dia dos presbíteros. Devemos dar Graças a Deus por esta vocação sublime. Sem presbíteros não há Eucaristia. Sem Eucaristia não podemos tomar parte com Jesus, não nos podemos alimentar.
Com o rito do Lava-Pés conseguimos entender que o nosso Messias esperado é o Rei do serviço. Se Ele lava os pés aos seus discípulos, os seus discípulos terão uma tarefa difícil. Quando se deixam lavar aceitam como tarefa serem servos desse reino em que os últimos são os primeiros e em que os primeiros são os últimos.
É uma celebração cheia de simbolismo. Basta procurá-lo nas palavras e gestos que a assembleia e o Presidente irão fazendo.
Não O deixemos passar sem nos apercebermos que Ele passa por nós.

Celebremos o Mistério
da Divina Eucaristia
Corpo e Sangue de Jesus:
O MIstério de Deus vivo, Tão real no Seu altar
como outrora sobre a cruz
Vindo à terra, que O chamava,
Cristo foi a salvação
E a alegria do Seu povo.
Foi profeta, foi Palavra
E Palavra que, pregada,
fez do mundo um mundo novo.
Foi na Noite Derradeira
Que, na Ceia com os Doze,
Coração a coração,
Se deu todo e para sempre
Mãos em benção sobre a mesa
Da Primeira Comunhão.
Assim, Deus, que Se fez Homem,
Tudo fez em plenitude
de humildade e de pobreza.
E o milagre continua:
Onde falham os sentidos
Chega a esp'rança de quem reza.
in Missal Romano, Hino Pange Lingua (Canta, Igreja, o Rei do Mundo) Quinta-feira da Semana Santa

Sábado, 1 de Março de 2008

Quaresma...

O ciclo litúrgico que foi evoluindo ao longo dos anos é um excelente itinerário espiritual para qualquer cristão. Aquilo que hoje temos é o resultado de muitos anos e de muitas vivências. A Quaresma é um tempo excelente para a nosso desenvolvimento pessoal. O nosso renovamento coincide com a jubilosa alegria do Domingo de Páscoa em que Jesus Cristo, vida Nova Ressuscita para todos nós. É quase uma forma de acompanhar com a nossa vida o Mistério Pascal, sempre renovando, sempre celebrando, caminhando cada vez mais para Jesus Cristo e para o seu modelo. Boa caminhada.

Quinta-feira, 3 de Janeiro de 2008

Já nasceu... e agora.

Este tempo depois do Natal faz-me sempre lembrar o slogan "9º ano. E Agora?". Era o slogan que nos fartámos de ouvir (os da minha idade) porque tínhamos que escolher. Tínhamos que fazer alguma coisa. Tomar uma decisão....
Jesus nasceu. E agora?
É um slogan interesante....

Segunda-feira, 24 de Dezembro de 2007

Missa do Galo


Missa do Galo é o nome dado em países católicos à missa celebrada depois do jantar da Véspera de Natal que começa à meia noite de 24 para 25 de Dezembro.
Existem várias tentativas de explicação do nome dado a esta missa. Aquela que surge como mais provável é aquela que é citada em o "De onde vem as palavras", de Deonísio da Silva (Editora A Girafa): que explica este nome com o facto de a
Missa de Natal normalmente terminar muito tarde "quando as pessoas voltavam para casa, os galos já estavam cantando".
Na Missa do galo já todas as velas do
Advento se encontram acesas e canta-se o cântico de Glória. Dada a sua importância, o próprio papa faz questão de presidir a esta celebração.

Tradicionalmente, dependendo das regiões do mundo, depois da missa, as famílias voltam para casa, colocam a imagem do Menino Jesus no Presépio, distribuem os presentes e compartilham a Ceia de Natal.


Segunda-feira, 27 de Agosto de 2007

Por cá...

30.08.2007 - Quinta-feira
- Missa na Igreja Matriz às 20.15h
01.09.2007 - Sábado
- Missa em Vilarinho às 19.00h
02.09.2007 - Domingo
- Missa em Telhadela às 08.00h
- Missa na Igreja Matriz às 09.00h
06.09.2007 - Quinta-feira
- Missa na Igreja Matriz às 20.15h
08.09.2007 - Sábado
- Missa em Vilarinho às 19.00h
09.09.2007 - Domingo
- Missa em Telhadela às 08.00h
- Missa na Igreja Matriz às 09.00h
11.09.2007 - Terça-feira
- Reunião do CEP às 21.00h na Igreja Matriz
13.09.2007 - Quinta-feira
- Missa na Igreja Matriz às 20.15h
15.09.2007 - Sábado
- Missa em Vilarinho às 19.00h
16.09.2007 - Domingo
- Missa em Telhadela às 08.00h
- Missa na Igreja Matriz às 09.00h
20.09.2007 - Quinta-feira
- Missa na Igreja Matriz às 20.15h
22.09.2007 - Sábado
- Missa em Vilarinho de S. Roque às 19.00h
23.09.2007 - Domingo
- Missa em Telhadela - 08.00h
- Missa na Igreja Matriz - 09.00h
27.09.2007 - Quinta-feira
- Missa na Igreja Matriz às 20.15h
29.09.2007 - Sábado
- Missa em Vilarinho - 19.00h
30.09.2007 - Domingo
- Missa em Telhadela - 08.00h
- Missa na Igreja Matriz - 09.00h, seguida de apresentação da catequese

Quarta-feira, 20 de Junho de 2007

Paróquia de S. Tiago de Ribeira de Fráguas

19/06/2007 (Terça-feira)
Missa na Igreja Matriz às 19H

23/06/2007 (Sábado)
Missa em Vilarinho às 19H

24/06/2007 (Domingo)
Missa em Telhadela às 09H
Missa na Igreja Matriz às 10H
Dia da Igreja Diocesana

Quinta-feira, 14 de Junho de 2007

Teremos ainda Portugal por muito tempo?

" O título tem um tom provocatório, mas eu vou justificar. Não digo que esteja para breve o nosso fim de país independente e livre. Mas, pelo andar da carruagem, traduzido em factos e sintomas, a doença é grave e pode levar a uma morte evitável. Aliás, já por aí não falta gente a lamentar a restauração de 1640 e a dizer que é um erro teimarmos numa península ibérica dividida. De igual modo, falar-se de identidade nacional e de valores tradicionais faz rir intelectuais da última hora e políticos de ocasião. O espaço nacional parece tornar-se mais lugar de interesses, que de ideais e compromissos.
Há notícias publicadas a que devemos prestar atenção. Por exemplo: um terço das empresas portuguesas já é pertença de estrangeiros; 60% dos casais do país têm apenas um filho; vão fechar mais cerca de mil escolas ou de mil e trezentas, como dizem outras fontes; nas provas de língua portuguesa dos alunos do básico, os erros de ortografia não contam; o ensino da história pouco interessa, porque o importante é olhar para a frente e não perder tempo com o passado; a natalidade continua a descer e, por este andar, depressa baterá no fundo; não há nem apoios nem estímulos do Estado para quem quer gerar novas vidas, mas não faltam para quem quiser matar vidas já geradas; a família consistente está de passagem e filhos e pais idosos já não são preocupação a ter em conta, porque mais interessa o sucesso profissional; normas e critérios para fazer novas leis têm de vir da Europa caduca, porque dela vem a luz; a emigração continua, porque a vida cá dentro para quem trabalha é cada vez mais difícil; os que estão fora negam-se a mandar divisas, por não acreditarem na segurança das mesmas; os investigadores mais jovens e de mérito reconhecido saem do país e não reentram, porque não vêem futuro aqui; a classe média vai desaparecer, dizem os técnicos da economia e da sociologia, uma vez que o inevitável é haver só ricos cada vez mais ricos e pobres cada vez mais pobres; os políticos ocupam-se e divertem-se com coisas de somenos; e já se diz, à boca cheia, que o tempo dos partidos passou, porque, devido às suas contradições, ninguém os toma a sério; a participação cívica do povo é cada vez mais reduzida e mais se manifesta em formas de protesto, porque os seus procuradores oficiais se arvoram, com frequência, em seus donos e donos do país e fazedores de verdades dúbias; programa-se um açaime dourado para os meios de comunicação social; isolam-se as pessoas corajosas e livres, entra-se numa linguagem duvidosa, surgem mais clubes de influência, antecipam-se medidas de satisfação e de benefício pessoal… Não é assim, porventura, que se acelera a morte do país, quer por asfixia consciente, quer por limitação de horizontes de vida?
É verdade que muitos destes problemas e de outros existentes, podem dispor de várias leituras a cruzar-se na sua apreciação e solução. Mais uma razão para não serem lidos e equacionados apenas por alguns iluminados, mas que se sujeitem ao diálogo das razões e dos sentimentos, porque tudo isto conta na sua apreciação e procura de resposta.
Há muitos cidadãos normais, famílias normais, jovens normais. Muita gente viva e não contaminada por este ambiente pouco favorável à esperança. Mas terão todos ainda força para resistir e contrariar um processo doentio, de que não se vê remédio nem controle?
Preocupa-me ver gente válida, mas desiludida, a cruzar os braços; povo simples a fechar a boca, quando se lhe dá por favor o que lhes pertence por justiça; jovens à deriva e alienados por interesses e emoções de momento, que lhes cortam as asas de um futuro desejável; o anedótico dos cafés e das tertúlias vazias, a sobrepor-se ao tempo da reflexão e da partilha, necessário e urgente, para salvar o essencial e romper caminhos novos indispensáveis. Se o difícil cede o lugar ao impossível e os braços caiem, só ficam favorecidos aqueles a quem interessa um povo alienado ao qual basta pão e futebol…
Mas não é o compromisso de todos e a esperança activa que dão alma a um povo?"

D. António Marcelino
in CV
06/06/2007

Segunda-feira, 11 de Junho de 2007

Paróquia de S. Tiago de Ribeira de Fráguas
Semana de 10-16 de Junho

10 - Celebração da Palavra em Telhadela às 09.00H
- Missa na Igreja Matriz às 10.00h

12 - Missa na Igreja Matriz às 19.00h
- Reunião do Conselho Económico às 21.00h

14 - Missa no Carvalhal às 19.30h

15 - Missa no Gavião às 19.00h

16 - Missa em Vilarinho às 19.00h

* O Atendimento do Cartório é à terça-feira às 18.00h *

Segunda-feira, 30 de Abril de 2007


Os jovens da Paróquia de S. Tiago de Ribeira de Fráguas e de Santa Eulália de Vale Maior estão a caminho da pátria de Cristo. Boa caminhada!

Quinta-feira, 4 de Janeiro de 2007

Jornais 2006

Depois de alguns momentos de "silêncio", acho que temos condições para voltar a reavivar a chama deste blog e cá ficam todos os jornais da nossa paróquia do ano de 2006.

Janeiro de 2006
Fevereiro de 2006
Março de 2006
Abril de 2006
Maio de 2006
Junho de 2006
Julho e Agosto de 2006
Outubro de 2006
Novembro de 2006
Dezembro de 2006

Quinta-feira, 28 de Setembro de 2006

Segunda-feira, 31 de Julho de 2006

No começo era o Espírito Santo

Os cristãos perguntam: quando, onde e como começou a igreja? A resposta é nos dada na "história da fundação" que São Lucas nos relata nos Actos dos Apóstolos:
Começou em Jerusalém, a cidade da morte e da ressurreição de Jesus. Os apóstolos e os discípulos de Jesus encontravam-se reunidos numa casa. Maria, a Mãe de Jesus, estava presente, assim como outras mulheres. Esperavam o Paráclito que Jesus tinha prometido e oravam juntos. E aconteceu que, cinquenta dias depois, o sopro do Espírito de Deus desceu do céu sobre eles como um vendaval, encheu a casa e acendeu uma chama nos corações. Já não sentem medo dos que perseguiram e condenaram Jesus. Os discípulos ficaram repletos de entusiasmo. Não podiam ficar fechados por mais tempo, tinham de sair para anunciar a Boa Nova.
Diante da casa reunira-se uma multidão de gente vinda de todos os cantos do mundo, que tinha sentido o poderoso sopro do Espírito. Contagiados pelo entusiasmo dos apóstolos, ouviam o que estes testemunhavam acerca de Jesus, o Filho de Deus, e cada um ouvia a mensagem na sua própria língua.
As pessoas nas quais vive o Espírito de Jesus, compreendem-se umas às outras, mesmo que não falem a mesma língua. Não se sentem estranhas entre si, qualquer que seja a sua nação ou raça.
Nesse mesmo dia de Pentecostes, São Pedro, o primeiro dos apóstolos, pronuncia o discurso que inaugura a missão em favor de Cristo. A sua pregação foi tão convincente que todos os que o escutavam sentiram-se tocados no coração. Nesse dia - diz-nos São Lucas - vários milhares de pessoas abraçaram a fé, receberam o Baptismo e entraram na comunidade de Jesus Cristo: irmãos e irmãs, a Igreja de Cristo.
Todos eram assíduos ao ensinamento dos Apóstolos e à fracção do pão. Mantinham-se fiéis à comunhão fraterna e davam a cada um segundo a sua necessidade.

in www.paroquias.org

Quarta-feira, 14 de Junho de 2006

O amor "segundo" S. Paulo

"Ainda que eu falasse línguas,as dos homens e dos anjos,
se não tivesse amor,seria como sino ruidoso
ou como címbalo estridente.
Ainda que tivesse o dom da profecia,
o conhecimento de todos os mistérios e de toda a ciência;
ainda que tivesse toda a fé,a ponto de transportar montanhas,
se não tivesse amor,nada seria.
Ainda que eu distribuísse todos os meus bens aos famintos,
ainda que entregasse o meu corpo às chamas,
se não tivesse amor,nada disso me adiantaria.
O amor é paciente,o amor é prestativo;
não é invejoso, não se ostenta,não se incha de orgulho.Nada faz de inconveniente,
não procura o seu próprio interesse,não se irrita,não guarda rancor.
Não se alegra com a injustiça,
mas regozija-se com a verdade.
Tudo desculpa,
tudo crê,
tudo espera,
tudo suporta.
O amor jamais passará.
As profecias desaparecerão,
as línguas cessarão,
a ciência também desaparecerá.
Pois o nosso conhecimento é limitado;
limitada é também a nossa profecia.
Mas, quando vier a perfeição,desaparecerá o que é limitado.
Quando eu era criança,
falava como criança,
pensava como criança,
raciocinava como criança.
Depois que me tornei adulto,deixei o que era próprio de criança.
Agora vemos como em espelho e de maneira confusa;
mas depois veremos face a face.
Agora o meu conhecimento é limitado,
mas depois conhecerei como sou conhecido.
Agora, portanto, permanecem estas três coisas:
a fé, a esperança e o amor.
A maior delas, porém, é o amor."

Primeira carta de S. Paulo aos Coríntios (13, 1-13)

Terça-feira, 13 de Junho de 2006

Se assim fosse...

A certa altura de "O Principezinho", Antoine de Saint-Exupéry escreve: "A raposa calou-se e ficou a olhar para o principezinho durante muito tempo. - Se fazes favor... Cativa-me! - acabou finalmente por pedir. - Eu bem gostava - respondeu o principezinho, - mas não tenho muito tempo. Tenho amigos para descobrir e uma data de coisas para conhecer... - Só conhecemos o que cativamos - disse a raposa. - Os homens deixaram de ter tempo para conhecer o que quer que seja. Compram as coisas já feitas aos vendedores. Mas como não há vendedores de amigos, os homens deixaram de ter amigos. Se queres um amigo, cativa-me!" Imaginemos agora este diálogo entre cada um de nós e Deus... Às vezes pensamos que ter Deus como amigo é muito fácil, que não é preciso fazer nada, é só ir à missa e pronto... "temo-Lo" pró que der e vier. Será assim? - Acho que não. Ter Deus como amigo exige esforço constante; exige este cativar constante; exige que cada um de nós se cative para o encontro com Ele, para a relação pessoal com Ele; exige que Lhe demos do nosso tempo, da nossa vida, do nosso espaço... do nosso coração. Exige a nós desejá-Lo, desejar o encontro com Ele, desejar o momento, a hora e o espaço de estar com Ele e sentirmo-nos felizes com isso. Mais à frente no mesmo livro diz-se: "Por exemplo, se vieres às quatro horas, às três, já eu começo a estar feliz. E quanto mais perto for da hora, mais feliz me sinto. Às quatro em ponto hei-de estar toda agitada e toda inquieta: fico a conhecer o preço da felicidade! Mas se chegares a uma hora qualquer, eu nunca vou saber a que horas hei-de começar a arranjar o meu coração, a vesti-lo, a pô-lo bonito..." Era óptimo se os nossos encontros e a nossa relação com Deus fossem dinamisados com este espírito de proximidade, de desejo, de felicidade, de agitação, de inquietude interior... se assim fosse...

Segunda-feira, 12 de Junho de 2006

Deus, o que percebemos e compreendemos!

É sempre muito difícil (para não dizer impossível) falarmos de Deus. O que é Deus? Quem é Deus? Como vive Deus? - São questões que nos assaltam a mente vezes sem conta. O nosso ponto de partida para pensar Deus deve ser a consciência da nossa incapacidade terminológica e da nossa incapacidade para abarcar tudo aquilo que Deus é em Sí mesmo; Ele é infinitamente grande e a nossa infinita pequenez é incapaz de O compreender; Ele é sempre Mistério. Podemos não o compreender totalmente, mas temos a capacidade de conhecer e compreender alguma coisa; e aquilo que compreendemos é o que Ele nos revela na história, na economia da salvação. Na Sua revelação no Antigo percebemos que Ele é um Deus de relação, de proximidade, um Deus que estabelece uma aliança com o povo de Israel e que tem desígnios de salvação para esse mesmo povo. No Novo Testamento "assistimos" à total e plena revelação de Deus, em Jesus Cristo e por meio do Espírito Santo, percebemos que se trata de um Deus Universal, que oferece a salvação (em Cristo) e a santificação (pelo Espírito Santo) a todo o Homem. É à luz da revelação que Deus faz de Si em Jesus Cristo que percebemos que este mesmo Deus em Si mesmo é Três Pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Não se trata de três "deuses" distintos, as Três pessoas ou hipostases são Um e o Mesmo Deus, encontram-se plenamente relacionados entre si, em constante pericorese agápica ("intra/inter-união" de amor). Acreditamos, portanto, num Deus que se constitui em Três pessoas. Acreditamos em Deus Pai, que é ingerado, que é gerador e criador; acreditamos em Deus Filho, gerado e não criado e que assume a condição humana para salvação de todos; e acreditamos em Deus Espírito que procede do Deus Pai e do Deus Filho. É sempre um desafio e uma dificuldade para a nossa inteligência e razão perceber tudo isto; é dificil aos nossos conceitos designarem aquilo que Deus é em Si e aquilo que Ele nos revela. Fica aqui uma tentativa (um pouco confusa) de aproximação àquilo que podemos compreender do Deus Trino e Uno e Uno e Trino em que acreditamos.

Quinta-feira, 4 de Maio de 2006

A Voz de São Tiago - Abril de 2006


Cristo Ressuscitou!
Aleluia, Aleluia!



Sexta-feira, 14 de Abril de 2006

O peixe e o mar

Uma vez pediram a um peixe para falar do mar.

- Fala-nos do mar – pediram-lhe.
- Dizem que é muito grande o mar, respondeu o peixe. Dizem que sem ele morreríamos. Não sou o peixe mais indicado para vos falar do mar. Eu, do mar, o que conheço bem são só estes dez metros à superfície. É só deles que vos posso falar. É aqui que passo o meu tempo, quase sempre distraído. Ando de um lado para o outro, à procura de comida ou simplesmente às voltas com o meu cardume. No meu cardume, não se fala do mar. Fala-se das algas, das rochas, das marés, dos peixes grandes e perigosos, dos peixes pequenos e saborosos e de que temperatura fará amanhã. O meu cardume é assim: eles vão e eu vou atrás deles.
- Mas tu, que és peixe, nunca sentiste o mar?
- Creio que o sinto, às vezes, ao passar-me nas guelras. Umas vezes sinto-o, outras não. Às vezes sinto-o, quando não me distraio com outras coisas. Fecho os olhos e fico a sentir o mar. Isto tudo de noite, claro, para que os outros não vejam. Diriam que sou louco por dar tempo ao mar.
- Conheces o mar, portanto. Podes falar-nos do mar?
- Sei que é grande e profundo, mas não vos quero enganar. Sei de peixes que já desceram ao fundo do mar. Quando os ouvi falar percebi que não conheço o mar. Perguntem-lhes a eles, que vos saberão falar do mar. Eu nunca desci muito fundo. Bem, talvez uma ou duas vezes... Um dia as ondas eram tão fortes que eu tive que me deixar levar muito fundo, para não morrer. Nunca lá tinha estado e nunca esquecerei que lá estive. Apenas vos sei falar bem da superfície do mar...
- Foi mau, quando desceste? Por que voltaste à superfície?
- Não foi mau, Foi bom. Havia paz, muito silêncio. Era como se fosse lá a minha casa, como se ali eu estivesse inteiro.
- Porque não voltaste lá ao fundo? Por preguiça?
- Às vezes acho que é preguiça, outras vezes acho que é medo.
- Medo? Mas tu não disseste que era bom? Medo de quê?
- Medo do desconhecido, medo de me perder. Aqui à superfície já estou habituado. Adquiri um certo estatuto para mim mesmo. Controlo as coisas ou, pelo menos, tenho a sensação de controlar. Lá em baixo não sei bem o que me pode acontecer. Estou todo nas mãos do mar.
- Tiveste medo, quando chegaste ao fundo do mar?
- Não tive medo algum. Era tudo muito simples... E no entanto agora tenho medo... Mas eu não cheguei ao fundo do mar! Apenas estive menos à superfície.
- E que dizem os outros, os que lá estiveram?
- Dizem coisas que eu não entendo. Dizem que é preciso ir para perceber. E dizem que nada há de mais importante na vida de um peixe.
- E explicam como se vai?
- Aí é que está. Explicam que não se chega lá por esforço, que só podemos fazer esforço em deixar-nos ir. Que é só o mar que nos leva ao mar.

Então veio uma corrente mais forte que o fazia descer. O peixe tentou lutar contra ela com quantas forças tinha, à medida que via distanciarem-se as coisas da superfície. Talvez para sempre... Mas depois fechou os olhos, confiou e já sem medo deixou-se ir.

In "O príncipe e a lavadeira"

E lá fomos nós!!

No domingo 9 de Abril, Dia Mundial da Juventude, depois de ultrapassados alguns problemas de desistência, pegamos no farnel e lá fomos nós para Vagos!
Lá, fomos divididos aleatoriamente por grupos para uma caminhada, que pode ser vista de duas formas. Na primeira, pode ser vista como uma simples caminhada, daquelas que se faz para queimar gordurinha de bebé, sem qualquer objectivo e com pessoas semi ou totalmente desconhecidas, por outro lado, podemos comparar, numa versão mais lunática, à nossa vida, momentos de seca, sem sentido, momentos em que só podemos contar com desconhecidos, com Alguém que está dentro de nós, momentos de divertimento, de conversa da treta, momentos de reflexão e tantos outros que poderia enumerar. E o segredo? Resume-se a um sorriso pintado no indicador. O segredo para seguir em frente.
E como nem só de passeata vive homem, depois do almoço , tivemos um momento musical, de pulinhos e paródia, para viver com os amigos (afinal eles são sempre os protagonistas), seguindo-se o momento mais sério, a Eucaristia!
E que ficou deste dia? Para mim ser jovem é ter a capacidade para lutar pelos meus ideias, para me adaptar a novas situações, para usufruir de tudo o que me rodeia em plenitude, para ser Eu sempre! Sinceramente, há uma série de coisas que me irritam, a passividade, hipocrisia, ignorância, falta de respeito, entre outras coisas, que deviam ser características ausentes dos outros jovens com quem teria todo o gosto em contactar. A verdade é que estão presentes. Por infantilidade, infantilidade ou falta de orientação, são carneirinhos num rebanho que se afirma por futilidades e coisas sem o mínimo sentido. Infelizmente crescer significa a acordar para a Vida, e não são essas coisas que nos dão o que precisamos!
Bem hajam!
Heloísa Ribeiro

Quinta-feira, 6 de Abril de 2006

Quaresma, tempo de mudança!



Os jovens da paróquia tiveram uma caminhada fora do habitual nesta quaresma. Para quem quiser consultar, aqui fica o livro que lhes foi entregue.

Como seria o Pai Nosso rezado por Deus...

Meu Filho que estás na Terra
Preocupado, solitário, desorientado.
Eu conheço perfeitamente o teu nome.
E pronuncio-o santificando-o.
Porque te amo.

Não, não estás só, mas habitado por mim,
E juntos construiremos este reino.
Do qual tu serás herdeiro.

Agrada-me que faças a minha vontade,
Porque a minha vontade é que tu sejas feliz.

Conta sempre comigo e
Terás o pão para hoje.
Não te preocupes.
Só te peço que saibas partilhá-lo
Com os teus irmãos.

Sabes que te perdoo de todas as tuas
Ofensas, antes mesmo de as cometeres.
Peço-te, porém, que faças o mesmo
Com os que te ofendem
Para que nunca caias em tentação.
Agarra-te bem à minha mão
E Eu te livrarei do mal.
Aquele que te ama desde sempre
O Teu Pai.
Sílvia de Alvarez (Guatemala)

Quinta-feira, 30 de Março de 2006

A Voz de São Tiago - Março de 2006

Eu sou o caminho, a verdade e a vida...



No princípio Deus criou o céu e a terra...

Olá a todos.
Resolvi criar este espaço para que possamos trocar falar e viver Jesus Cristo de uma maneira mais moderna e próxima.
Este blog destina-se a que possamos trocar experiências, apresentar calendários e dar a conhecer actividades que nos ajudem a viver e a falar Jesus Cristo.
Conto com a vossa participação, ajuda e comentários.
Que haja Luz para nós...